Não nego...

"Não nego a competência, por outro lado, de certos arrogantes, mas lamento neles a ausência de simplicidade que, não diminuindo em nada seu saber, os faria gente melhor. Gente mais gente".

Paulo Freire

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A punição do duende insubordinado - Capítulo 1

A punição do duende insubordinado
A OBRA A SEGUIR É UMA OBRA DE FICÇÃO. QUALQUER SEMELHANÇA COM A REALIDADE É MERA COINCIDÊNCIA

Os cartazes do duende insubordinado alteraram drasticamente o humor de Noel, ele estava cada vez mais irritado. A primeira coisa que Noel procurou fazer foi descobrir quem estava escrevendo aquilo, depois de uma semana, ele descobriu. Foi até o duende, confiante de que acabaria com aquilo ali mesmo, pois além de tudo, ele era o grande Noel, e sempre achava que estava com a razão. [Sempre achar que está com a razão é um dos sintomas da Ditatorium Compulsivum].
Lá estava Noel de frente para o duende insubordinado, é você quem está colocando estes papéis? E o duende prontamente respondeu: sim, sou eu. Então, Noel chamou este e mais outros duendes da mesma repartição do insubordinado para conversar, quando Noel entrou na sala de conferência, vários outros duendes saíram, já estavam cansados das desculpas de Noel, tamanha era sua fama. Até hoje, existem muitos duendes cansados das desculpas de Noel, da Barbie e de Susy. Embora Susy não tenha opinião própria, pois tudo o que ela quer fazer pergunta primeiro para a Barbie, a mesma coisa acontece com Noel, mas este parece, e apenas parece ter um pouco mais de domínio.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Proximo Capítulo - Estréia Segunda-feira

 Próximo capítulo: A punição do duende insubordinado
11 de abril de 2011 - Aguardem!


Já foi escrito, está na fase de revisão e edição.
Mais alguns risos desta história em breve!

Crônica - Capítulo Zero (Introdução)

A OBRA A SEGUIR É UMA OBRA DE FICÇÃO. QUALQUER SEMELHANÇA COM A REALIDADE É MERA COINCIDÊNCIA


Quando Papai Noel trouxe a Barbie para a Fábrica – Capítulo zero


            Em uma terra bem distante daqui, o rei Greysmon discutia com O Desconhecido:
- Hoje eu tive um sonho. E foi lindo.
- Que bom, oh Rei, e o que sonhou?
- Então, eu sonhei com as terras baixas cheias de chocolate. Eu vi uma fábrica gigantesca, com bons padeiros, confeiteiros e distribuidores. Precisamos levar o chocolate às terras baixas.
- Certo, e o porquê de o Rei está contando isso para mim?
- Porque será você que irá dirigir esta fábrica.
- Eu? Mas porque eu? Tem o Coelho da páscoa.
- Ele não aceitou, disse que é muito trabalho. Ele não quer começar nada.
- Então eu aceito.
- Certo, vamos começar o projeto.
                O que ninguém sabia era que o Papai Noel estava atrás da porta ouvindo tudo.
- Eu preciso deste cargo. Não será do Desconhecido.
...
E esta parte da história permanece oculta até aos olhos mais atentos.
Papai Noel conseguiu o cargo, ainda hoje os duendes das Terras altas se perguntam como. Começaram os preparativos, primeiro conseguiram um local, uma grande fábrica. A verdade, porém era que o Papai Noel não entendia de chocolates, as pessoas mais preparadas para isso eram o Desconhecido e o Coelho da Páscoa, o primeiro sumiu no mapa, não se sabe aonde foi parar. O segundo não aceitou, embora entendesse bastante de chocolates, não poderia aceitar, ele tinha planos maiores.
                O Papai Noel, como o Rei apenas entendiam de política, de chocolate que é bom, nada.
                 O Rei chamou o Noel no seu escritório:
- Certo, agora é com você, irá dirigir nossa nova fábrica nas terras baixas. Está preparado?
- Preparado!? Claaaaro.
- CLARO QUE NÃO! Ah! Eu irei te ajudar.
- E como?
- Primeiro: quando começar a faltar coisas: ingredientes e máquinas, por exemplo, culpe o sistema e a burocracia. Segundo, você terá ajuda de três pessoas, na verdade, procure cobaias, eles vão te ajudar, atenção, procure pessoas inteligentes. Não se esqueça disso.
- Certo
                Noel se esqueceu disso. Chamou duas padeiras e um distribuidor, elas dominavam as magias da língua e o distribuidor tinha experiência com os números.
...
A fábrica estava aberta, Noel levou sua equipe para conhecer o local, por fora era incrivelmente lindo. Mas por dentro, tudo fedia principalmente o escritório de Noel.
Foi neste dia que o Papai Noel levou a primeira pessoa, um velho sábio, que iria cuidar das papeladas da fábrica, o distribuidor. Ele tinha bom coração, mas não sabia muito bem o que deveria fazer. As coisas não saíram muito bem com ele.

Luto


Luto!
Qual o sentido desta palavra hoje, quinta-feira, 8 de abril de 2011?
Este deve ser o grito de cada brasileiro. Deve ser na mais longa entonação, na mais árdua força, na mais profunda tristeza. Lutemos então! Contra toda forma de intolerância, preconceito, maldade, falta de amor.
Lutemos contra usurpadores do poder público, contra os mal-intencionados, os corruptos.
Mas antes de tudo lutemos contra toda falta de amor, principalmente em nós mesmo.
Um "jovem" entra em uma escola e mata brutalmente várias crianças e adolescentes, sem nenhum pudor ou sentimento. Ele, talvez, tenha se esquecido de sua humanidade, de sua existência, talvez. Mas ele nos fez lembra da nossa humanidade. Pois não há nada tão humano quanto chorar.
Choremos então, a perda inestimável destas crianças e adolescentes, choremos juntos com os pais e familiares, choremos juntos eu, você e tantos outros brasileiros. 
Agora, que não sejam lágrimas vãs. Que aprendamos e reconheçamos que o mundo precisa de nós, de mais caráter, de gentileza, de mais vida... de mais amor.
Construamos uma sociedade alicerçada na verdade, na busca do respeito, da auto-disciplina e da tolerância.
Declaramos luto, mas não tão somente isto. Agora lutamos juntos por um Brasil que acredita antes de mais nada no brasileiro. Construamos o nosso amanhã, façamos isso hoje!
Lutemos!

Movimento I9

O movimento I9 surge do ideal de que podemos inovar, criar e principalmente substituir. Existe a depreciação do poder político do jovem, a idéia de que o jovem não pode lutar, combater, exigir e manifestar a sua opinião. È tempo de quebrar tabus, ultrapassar fronteiras, um tempo de novas ideologias. No âmbito da política educacional brasileira, se os jovens brasileiros lutassem por melhorias, nosso IDEB não seria tão baixo, nossas infra-estruturas não seriam tão precárias. È preciso lutar contra a pseudo-democracia, contra aqueles que se opõem a verdadeira política, a verdadeira res publica – coisa pública (o que é de todos). Transformar o Brasil começa com cada um de nós, cada jovem e cidadão, cada brasileiro que acredita na mudança. E assim lembra o grande Paulo Freire: "Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo". E mais ainda posso eu dizer: A política não muda o jovem. O jovem que muda a política.

Eduardo Oliveira